O médico de Michael Jackson, Conrad Murray, que é arguido por homicídio involuntário, mentiu às autoridades.
A acusação é do anestesista John Dombrowski. Segundo o especialista, não é verdade que o médico administrou a Jackson apenas uma pequena quantidade de propofol.
De acordo com o anestesista, quando o médico saiu do quarto onde estava o cantor, a dose terá escapado ao controlo e o incidente terá sido fatal.
A confirmar-se a tese de John Dombrowski, o médico administrou o medicamento 40 vezes acima do que admitiu perante as autoridades.
Depois de pagar uma fiança de mais de 50 mil euros, Conrad Murray aguarda agora julgamento em liberdade.
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